
Comprar sempre do mesmo fornecedor por hábito é confortável, mas custa caro. Uma rotina simples de cotação, feita para os itens que mais pesam no CMV, costuma pagar o tempo gasto logo no primeiro mês.
O que cotar
Comece pelos itens A do estoque: carnes, queijos, bebidas e os insumos do prato mais vendido. Cotar o saquinho de orégano toda semana não vale o esforço.
Compare mais que o preço
| Critério | Pergunta |
|---|---|
| Preço por unidade útil | Quanto custa depois da limpeza e do rendimento? |
| Prazo de entrega | Entrega no dia seguinte ou em 3 dias? |
| Prazo de pagamento | À vista, 14 ou 28 dias? |
| Pedido mínimo | Obriga a comprar mais do que preciso? |
| Qualidade constante | O produto vem igual toda semana? |
| Nota fiscal | Emite nota de entrada corretamente? |
Registre o histórico
Guardar o preço de cada compra permite ver o preço médio e o último preço, e negociar com dados: “no mês passado paguei tanto, o seu concorrente está cobrando tanto”. Sem histórico, a negociação vira impressão.
Cuidados
- Não troque de fornecedor só pelo preço sem testar a qualidade num prato.
- Confira peso e qualidade na recepção, sempre.
- Refaça a ficha técnica quando o fornecedor mudar.
No Tempero PDV
O módulo de compras tem cadastro de fornecedores, cotação entre fornecedores, pedido de compra e entrada com nota, com preço médio e último preço de cada insumo. As parcelas viram contas a pagar no financeiro.
No Tempero PDV, isso fica em
Equipe Tempero PDV
Quem escreve é o time que constrói o Tempero PDV junto com o Pedacinho do Céu, o restaurante onde o sistema roda todos os dias. Os textos saem das dúvidas reais de donos, gerentes e garçons.


